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<title>Blog da Fertilidade</title>
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<description><![CDATA[:: FGO Clínica de Fertilidade ::]]></description>
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  <title>Blog da Fertilidade</title>
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<copyright>Copyright 2010 Clínica FGO</copyright>
<pubDate>Fri, 18 May 2012 07:31:18 -0300300</pubDate>
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<managingEditor>blog@ibuscas.com.br (iBUSCAS Feedback)</managingEditor>
<webMaster>tech@ibuscas.com (iBUSCAS Suporte)</webMaster>
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<title>Mães x verão x crianças - Orientação geral</title>
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<description><![CDATA[<p><p align="justify"> <b> <font face="Arial" size="4"> <span style="background-color: #EFECF5"> Mães x verão x crianças - orientação geral<br> </span> </font><font color="#6875B8" face="Arial" size="2"> Dr. Flávio Adolfo Costa Vaz - Professor de Pediatria - Faculdade de Medicina U.S.P. <br>  </font></b></p><p align="justify"> <font face="Arial" size="2"> Verão é tudo de bom tanto para nós adultos como e principalmente, para as crianças.<br><br><b>PRIMEIRO CUIDADO</b><br>Não descuidar de hidratar as crianças: água, água de côco (direto do próprio), suco de laranja e de outras frutas;<br><br><b>SEGUNDO</b><br>Primar por uma dieta menos gordurosa (poupar frituras, produtos industrializados que contenham muito sal, espessantes, conservantes, etc ), cereais ,legumes e tubérculos cozidos e não refogados, verduras frescas (e bem lavadas); <br><br><b>TERCEIRO</b><br>Seguir os horários habituais da Casa ,evitando oferecer “petiscos” fora deles; guloseimas limitadas quanto à quantidade, ao horário(longe das principais refeições) e à procedência.<br><br><b>QUARTO</b><br>Verificar cuidadosamente o momento de oferecer guloseimas; p.ex. não fazê-lo no pico da temperatura do dia: salgadinho ao meio-dia na praia, chocolate de procedência ignorada nesse mesmo horário, etc.<br><br><b>QUINTO</b><br>Outro ponto importante protetor solar. Use-o para as crianças particularmente depois de um ano de idade, com a frequência que a entrada na água permitir; não deixe penetrar nos olhos; se isto ocorrer, lave-os com água limpa. O fator de Proteção deverá ser tanto maior quanto mais clara for a pele da criança. A melhor exposição ao sol, deverá ocorrer no período de até 10 horas(horário normal); nas crianças muito jovens (menos de um ano, p.ex.)não expo –las além das 9 horas.<br><br><b>OUTROS PONTOS IMPORTANTES</b><br>Cuidado com a lâmina da água (mar ou piscina): o raio solar atinge a lâmina e reflete atingindo as pessoas mesmo aquelas protegidas no guarda-sol, tendas abertas, etc.<br><br>Use de preferência roupas de algodão ou derivados, trocando-as com frequência.<br><br>Banhos de água de torneira (não vale piscina ou mar) devem ser dados também com frequência.<br><br>Passeios e viagens: importante para a criançada; sempre preferir o período matutino e de curta duração. Poderá repeti-los deixando sempre um intervalo para descanso da família!</font></p></p>]]></description>
<category domain="http://www.clinicafgo.com.br/blog">Geral</category>
<author>administrador@clinicafgo.com.br (Equipe Clínica FGO)</author>
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<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 11:30:00 -0300300</pubDate>
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<title>Suplementação de Vitaminas e Minerais Durante a Gestação</title>
<link>http://www.clinicafgo.com.br/posts/2011/12/suplementacao-de-vitaminas-e-minerais-durante-a-gestacao</link>
<description><![CDATA[<p><p align="justify"> <b> <font face="Arial" size="4"> <span style="background-color: #EFECF5"> Suplementação de Vitaminas e Minerais Durante a Gestação<br> </span> </font><font color="#6875B8" face="Arial" size="2"> Dra. Angélica da Costa Matte - Nutricionista da Clínica FGO <br> &nbsp;</font></b></p><p align="justify"> <font face="Arial" size="2"> A durante a gestação ocorre uma série de transformações no organismo da mãe e do feto. Assim como o consumo de carboidratos, proteínas e gorduras as necessidades de vitaminas e minerais também estão aumentadas tanto na gestação quanto na lactação. É imprescindível o consumo diário de frutas, verduras e cereais, apesar do uso de suplementos vitamínicos.<br><br><b>Vitamina C:<br></b>A necessidade de vitamina C aumenta 13% durante a gravidez, participa na primeira linha de defesa do organismo, também denominada vitamina antioxidante. O adequado aporte desta vitamina durante a gestação está também relacionado com a prevenção de ruptura prematura de membrana.<br>Principais alimentos com vitaminas C: frutas cítricas: Abacaxi, kiwi, limão, laranja, frutas silvestres, melão, goiaba.<br><br><b>Vitamina A:<br></b>A vitamina A participa de uma série de funções biológicas no organismo humano. Está envolvida no processo de crescimento e desenvolvimento e na eficiência do sistema imune e processo de visão. A deficiência desta vitamina está associada à ruptura prematura de membrana e eclampsia.<br>As necessidades de vitamina A durante a gravidez passam de 700mg/dia para 770mg/dia. O feto começa a acumular esta vitamina durante o terceiro trimestre de gestação.<br>Principais alimentos fonte de vitamina A: hortaliças alaranjadas (como cenoura, abóbora, manga, mamão, entre outras) fígado, gema de ovo, leite integral e derivados.<br><br><b>Folato:<br></b>A necessidade de folato se eleva em 50% durante a gestação, ou seja, a necessidade nesta fase é de 600&#956;g. O folato é uma vitamina hidrossolúvel que atua no núcleo celular (DNA), e está relacionado a formação do bebê. O excesso ingerido é excretado não ficando armazenado no organismo. A ingestão entre a 4ª e 9ª semana de gestação, ou mesmo antes da gestação, pode prevenir malformações abertas do sistema nervoso central (como por exemplo da espinha bífida). As baixas concentrações de folato na dieta e na corrente sangüínea estão associadas ao aumento de risco de partos prematuros, baixo peso ao nascer e retardo de crescimento.<br>Os alimentos que contém ácido fólico são vegetais verdes escuros, cereais, leguminosas, ovo e leite.<br><br><b>Ferro:<br></b>O ferro tem um papel fundamental na homeostase orgânica, pois, participa no transporte de oxigênio, produção de energia e crescimento celular. <br>Sua deficiência pode causar anemia ferropriva. As necessidades de ferro aumentam durante a gestação. A absorção de ferro que é baixa no 1º trimestre aumenta progressivamente chegando a triplicar por volta da 36º semana de gestação.<br>Anemia ferropriva que está associada à maior risco de mortalidade materna, menor resistência aos sangramentos do parto e puerpério, parto prematuro e baixo peso ao nascer.<br>Principais alimentos fonte de Ferro: Carne vermelha, aves, damasco, quinoa, ervilha, grãos em geral, figo, frutos do mar, lentilha e, tofu, folhas verde escuro e peixes gordurosos.<br><br><b>Zinco:<br></b>O zinco tem importante função no crescimento e desenvolvimento fetal. Sua necessidade durante a gestação tem um aumento de 38% nas necessidades diárias.<br>Principais alimentos fonte de zinco: Aves, carne vermelha, feijão, frutos do mar, grãos, laticínios, tofu, nozes e castanha, germe de trigo e cereais integrais<br><br><b>Selênio:<br></b>A necessidade diária de selênio durante a gestação passa de 55mcg para 60mcg/dia. O selênio é um antioxidante que está envolvido na regulação do uso celular de glicose e com a diminuição de resistência à insulina. Principais alimentos fonte selênio: Aves, carne vermelha, grãos integrais, nozes e castanha, sementes, peru e cogumelos.<br><br><b>Cálcio:<br></b>Importante na garantia da formação de estrutura óssea e dentária do bebe. A deficiência do consumo deste mineral durante a gestação e especialmente no período de amamentação pode levar a retirada do cálcio dos ossos da mãe para suprir as necessidades de formação do feto e para a produção de leite. Se o bebê diminuir as reservas de cálcio da mãe, ela pode ter futuramente osteoporose, perdas de dentes e cáries.<br>As necessidades deste mineral correspondem a três a quatro porções de derivados de leite ao dia.<br>Principais alimentos fonte de Cálcio: laticínios, salmão ou sardinha, brócolis e tofu,<br><br>Na impossibilidade de suprir as necessidades diárias de vitaminas e minerais podemos lançar mão de “alimentos enriquecidos ou fortificados”.<br>Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), o alimento enriquecido ou fortificado é todo aquele ao qual for adicionado um nutriente com a finalidade de reforçar seu valor nutricional, seja repondo quantitativamente os nutrientes destruídos durante o processamento do alimento, seja suplementando-os com nutrientes em nível superior ao seu conteúdo normal.<br>Existem disponíveis alimentos fortificados com cálcio, ferro, vitamina A, Vitamina E que podem ser adquiridos no mercado.<br>&nbsp;</font></p></p>]]></description>
<category domain="http://www.clinicafgo.com.br/blog">Geral</category>
<author>administrador@clinicafgo.com.br (Equipe Clínica FGO)</author>
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<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 15:00:00 -0300300</pubDate>
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<title>Dor Mamária, Mastalgia, Mastodínea: Por que ocorre?</title>
<link>http://www.clinicafgo.com.br/posts/2011/12/dor-mamaria-mastalgia-mastodinea-por-que-ocorre</link>
<description><![CDATA[<p><p align="justify"> <b> <font face="Arial" size="4"> <span style="background-color: #EFECF5"> Dor Mamária, Mastalgia, Mastodínea: Por que ocorre?<br> </span> </font><font color="#6875B8" face="Arial" size="2"> Dr. Marcos Desidério Ricci-Oncologista e Mastologista da Clínica FGO <br> &nbsp;</font></b></p><p align="justify"> <font face="Arial" size="2"> Dor mamária, ou mastalgia é a queixa mais freqüente referida ao médico ginecologista ou mastologista. O primeiro questionamento a ser esclarecido, é tranqüilizar a paciente, uma vez que tal sintoma não se relaciona de forma alguma com o câncer de mama. As melhores evidências científicas não associaram, até o momento, a dor mamária com maior predisposição ou risco para câncer de mama. A literatura médica reporta a ocorrência de dor mamária em 30 a 45% das mulheres, podendo ser crônica, recorrente, ou acometer a mulher por um curto período da vida. <br>Como cerca de uma a cada três mulheres padece de dor mamária, a chance de uma destas ter câncer de mama durante a vida e também uma história pregressa ou atual de mastalgia é grande, mas sem relação de causa e efeito. Outros mitos constantemente vinculados em correntes de e-mails são a associação do câncer de mama com o hábito em usar desodorante nas axilas, ou sutiã com sustentação metálica. <br>A mastalgia ocorre mais comumente em mulheres jovens, embora possa se manifestar em qualquer período durante a vida. <br>A mastalgia pode ser cíclica ou acíclica, de acordo com seu aparecimento ou não em alguns dias durante o mês, nas mulheres pré-menopausadas que menstruam. <br>Dentre as pacientes com dor mamária, a mastalgia cíclica ocorre em torno de 65% dos casos. O período de tempo que esta fica mensalmente exposta à dor é longo, especialmente quando a dor tem início antes dos 20 anos de idade. A resolução desta dor neste grupo ocorre expontaneamente, mas é comumente relacionada com algum evento hormonal, como o início do uso de método contraceptivo hormonal, gravidez ou menopausa. A mastalgia cíclica de leve intensidade é associada com aumento do volume e desconforto das mamas.<br><br>O papel da progesterona, estradiol e prolactina na etiologia da mastalgia cíclica têm sido extensivamente estudados. A ação destes hormônios é ambígua, podendo sugerir uma resposta endócrina ao stress da dor. Quando se dosa os níveis no sangue destes hormônios, os valores são normais, mesmo nas pacientes com queixa importante de mastalgia. De tal forma, é possível que, havendo relação com um problema hormonal, este deve se relacionar com modificação da sensibilidade dos receptores de estrôgeno e progesterona na glandula mamária.<br>As pacientes com mastalgia cílica e acíclica apresentam proporções distintas de ésteres de ácidos graxos quando comparadas a mulheres sem queixa mamária. As portadoras de mastalgia cíclica apresentam uma elevação das concentrações plasmáticas dos ésteres dos ácidos graxos saturados palmítico e esteárico e uma redução dos ésteres dos ácidos graxos essenciais poliinsaturados enoléico, gamalinolênico e aracdônico. Estes últimos são componentes importantes da membrana celular, onde residem os receptores hormonais que têm uma fração lipídica. O comportamento do receptor pode ser significativamente alterado de acordo com a relação entre os ácidos graxos essenciais e os saturados. Como regra geral, o aumento dos ácidos graxos saturados, ou gorduras saturadas, causaria uma afinidade maior dos hormônios, particularmente estrógeno e progesterona, aos seus respectivos receptores na glândula mamária. Se as pacientes com mastalgia apresentarem um acréscimo na proporção de ácidos graxos, ou gorduras saturadas, é bem possível que a resposta das mamas a níveis normais de hormônios circulantes seja intensa. É provável que os fatores que alteram as proporções entre ácidos graxos plasmáticos poderão ser úteis no tratamento da dor mamária. A prescrição via oral de ácidos graxos insaturados, basicamente aqueles incorporados ao óleo de prímula podem atenuar a mastalgia numa população selecionada de mulheres.<br>Ao lado da pouca consistência, ou dificuldade de incluir o fator endócrino como etiologia da mastalgia, alguns investigadores têm vinculado que este sintoma é uma manifestação de doenças psicológicas ou psiquiátricas. O número de pacientes incluídas nestas avaliações ainda é pequeno, embora cerca de 45 a 84% destas mulheres apresentam distúrbios como ansiedade, depressão com somatização, e menos frequentemente os distúrbios do pânico. Após o tratamento psiquiátrico específicos, cerca de 60% destes pacientes melhoram o quadro de mastalgia. Alguns autores, entretanto, relacionam a uma diminuição da sensibilidade da dolorosa aos antidepressivos e modularores do humor, que a melhora do quadro de psiquiátrico.<br>&nbsp;</font></p></p>]]></description>
<category domain="http://www.clinicafgo.com.br/blog">Geral</category>
<author>administrador@clinicafgo.com.br (Equipe Clínica FGO)</author>
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<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 16:03:00 -0300300</pubDate>
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<title>Ecocardiograma fetal: Qual a importância deste exame e por que realizá-lo no pré-natal?</title>
<link>http://www.clinicafgo.com.br/posts/2011/11/ecocardiograma-fetal-qual-a-importancia-deste-exame-e-por-que-realiza-lo-no-pre-natal</link>
<description><![CDATA[<p><p align="justify"> <b> <font face="Arial" size="4"> <span style="background-color: #EFECF5"> Ecocardiograma fetal: Qual a importância deste exame e por que realizá-lo no pré-natal?<br> </span> </font><font color="#6875B8" face="Arial" size="2"> Dra. Claudia R. P. de Castro Grau - Cardiologista e Ecocardiografista Fetal e Pediátrica - Clínica FGO <br> &nbsp;</font></b></p><p align="justify"> <font face="Arial" size="2"> O ecocardiograma fetal nada mais é do que um ultra-som, idêntico ao que a gestante faz de rotina durante a gestação, indolor, sem nenhum tipo de risco para a gestante ou feto. Ele é realizado por um médico especialista, cardiologista, ecocardiografista fetal e pediátrico e tem o objetivo de identificar problemas no coração do feto. <br>Deve ser realizado a partir da 18° semana de idade gestacional, sendo o período ideal aquele entre 24 a 28 semanas (entre o sexto e sétimo mês) de gravidez. Sua importância está relacionada à alta incidência de malformação congênita no coração do feto, já que 1 em cada 100 bebês nasce com este tipo de problema. <br>Até há pouco tempo, com o objetivo de prevenir, monitorizar e orientar as futuras mamães, este exame somente era realizado no pré-natal em algumas situações específicas decorrentes de aumento de risco de problemas cardíacos, tais como:<br>- idade materna superior a 35 anos;<br>- mães que tiveram outros filhos ou familiares próximos com cardiopatia congênita;<br>- gestação múltipla;<br>- suspeita de síndrome ou qualquer tipo de alteração no ultra-som morfológico;<br>- mães portadoras de alguns tipos de doenças como diabetes, lúpus ou que tiveram durante a gravidez rubéola, toxoplasmose e casos de exposição materna a agentes teratogênicos (drogas, álcool e alguns medicamentos). <br><br>Nos dias de hoje, o ecocardiograma fetal é um exame que deve ser incluído na rotina pré-natal, baseado no fato de que 90% dos casos de bebês que nascem com algum tipo de problema do coração não apresentam nenhum tipo de fator de risco identificado.<br>Portanto, é fundamental salientar que sua importância não está apenas relacionada ao diagnóstico precoce do problema no coração do feto, mas também a necessidade de acompanhá-lo durante toda a gravidez e realizar o planejamento do parto em maternidade com estrutura adequada (UTI Neonatal, equipe especializada com cardiologista, ecocardiografista e cirurgião cardíaco pediátrico), com o objetivo principal de reduzir o índice de mortalidade e de complicações secundárias decorrentes da presença de cardiopatias congênitas.<br>&nbsp;</font></p></p>]]></description>
<category domain="http://www.clinicafgo.com.br/blog">Geral</category>
<author>administrador@clinicafgo.com.br (Equipe Clínica FGO)</author>
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<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 15:10:00 -0300300</pubDate>
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<title>Jennifer venceu a leucemia graças à doação de cordões umbilicais</title>
<link>http://www.clinicafgo.com.br/posts/2011/11/jennifer-venceu-a-leucemia-gracas-a-doacao-de-cordoes-umbilicais</link>
<description><![CDATA[<p><p align="justify"> <b> <font face="Arial" size="4"> <span style="background-color: #EFECF5"> Jennifer venceu a leucemia graças à doação de cordões umbilicais<br> </span> </font><font color="#6875B8" face="Arial" size="2"> The New York Times<br><br>Colaboração: Dr. Carlos Alexandre Ayoub - CRM: 19202 - Diretor Clínico da CCB <br> &nbsp;</font></b></p><p align="justify"> <font face="Arial" size="2"> Mobilização para encontrar medula compatível aumentou o número de doadores e gerou outras seis doações<br><br>Jennifer Jones Austin trabalha como advogada e defensora infantil no Brooklyn, NY, e se dedica a proteger crianças em situação de risco. Parece mesmo apropriado que, na hora em que mais precisou, sua vida tenha sido salva graças a duas crianças recém-nascidas. Em setembro de 2009, Jeniffer ficou subitamente doente. No início, os sintomas (fadiga e febre) lembravam uma gripe, mas depois de alguns dias a situação piorou. “Eu acordei e não podia ver”, lembra. “Estava cega.<br>”A advogada deu entrada no hospital e passou por uma bateria de testes. O diagnóstico veio logo: ela tinha uma forma rápida de leucemia e suas chances de sobreviver eram pequenas. “Conforme os médicos diziam como seria o tratamento com quimioterapia, comecei a respirar superficialmente”, conta. “Não conseguia respirar por conta própria.” Novos testes revelaram que a leucemia já havia chegado aos pulmões e interferia em sua capacidade de respirar .“Os médicos pensaram que eu ia morrer”, relembra. “Fui para a UTI na sexta-feira e eles disseram à minha família que provavelmente eu não sobreviveria ao fim de semana.” Jennifer ficou em coma induzido por 10 dias enquanto os médicos tratavam o câncer com quimioterapia agressiva. Quando acordou, outra má notícia: ela precisava de um transplante de medula óssea o mais rápido possível. “Eles tinham certeza que o câncer voltaria se eu não fizesse um transplante”, disse ela. Mas Austin é afro-americana, o que tornava difícil encontrar um doador compatível. O irmão e duas irmãs eram suas melhores apostas e foram submetidos a testes. “Eles todos combinavam entre si, mas não comigo”, relembra. .O próximo passo foi tentar junto ao Programa Nacional de Doadores de Medula Óssea, que mantém um cadastro de pessoas dispostas a doar medula. O registro, no entanto, não continha nenhuma combinação. Sua família resolveu entrar em ação. Eles fizeram uma campanha na mídia, nas redes sociais e em igrejas pedindo que afro-americanos de todo o país se registrassem como doadores de medula na esperança de encontrar alguém correspondente . “Mais de 13.000 pessoas se cadastraram em menos de 13 semanas,” disse Austin. Esse foi o maior número de doadores já adicionado por uma única família e o maior número de doadores afro-americanos já registrados em um único ano. Mas mesmo com todos esses esforços, não foi encontrado um doador compatível. No entanto, havia uma alternativa. O Programa Nacional de Doadores de Medula identificou duas doações de sangue de cordão umbilical como provavelmente compatíveis com ela. O material recolhido do cordão está se tornando uma alternativa à doação de medula óssea para pessoas de origem étnica, porque essas células não precisam ser tão semelhantes. “Eu tinha ouvido falar das células-tronco como uma questão controversa”, disse Austin. “Não estava ciente do fato de que o sangue do cordão estava sendo usado como transplante de medula óssea. ”O transplante em si, realizado em fevereiro de 2010, foi bastante fácil. Por meio de um acesso intravenoso as células-tronco fluíram em seu corpo. No entanto, a preparação para receber as células foi descrita por ela como “um processo muito cansativo. ”Para o corpo receber e aceitar o processo, eles têm de vencer seu corpo”, disse ela. Os médicos usaram quimioterapia agressiva e radiação para matar as células cancerígenas remanescentes e reduzir o sistema imunológico e, em seguida, fizeram o transplante.” Depois disso, passei 40 dias no hospital em confinamento. Não podia sair da sala. ” A recuperação foi lenta. “Levei cerca de seis meses para ser capaz de andar um quarteirão e meio sem me cansar e antes eu era símbolo de boa saúde”, disse ela. “Comia muito bem, me exercitava regularmente, não era obesa. ”Mas hoje ela se sente muito bem. “Só percebo que ainda tenho um caminho a percorrer quando tento subir um lance de escada e estou cansada quando chego ao topo”, disse. “Ou quando estou parada por 15 minutos, olhando para uma obra de arte em um museu, e meu corpo começa a se cansar. Se essa é a extensão dos efeitos, acho que estou pronta para seguir em frente. ”E embora o esforço nacional para salvar a vida de Austin não a tenha beneficiado diretamente, outras pessoas foram ajudadas. “Cerca de seis pessoas disseram ter se registrado por conta da minha situação e foram chamadas para serem doadores de outros doentes”, relata .Dada a sua profissão e vocação, Austin vê as doações que salvaram sua vida como algo próximo à intervenção divina. “A ironia de tudo isso é que, no final, quando eu precisava de alguém para me ajudar, o Senhor colocou o sangue do cordão umbilical de dois pequenos para mim&quot;, disse ela. &quot;Eu não estaria aqui hoje, compartilhando a minha história, se não fosse por essas crianças.”<br>&nbsp;</font></p></p>]]></description>
<category domain="http://www.clinicafgo.com.br/blog">Geral</category>
<author>administrador@clinicafgo.com.br (Equipe Clínica FGO)</author>
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<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 16:35:00 -0300300</pubDate>
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<title>Assoalho pélvico na gestação, parto e puerpério</title>
<link>http://www.clinicafgo.com.br/posts/2011/11/assoalho-pelvico-na-gestacao-parto-e-puerperio</link>
<description><![CDATA[<p><p align="justify"> <b> <font face="Arial" size="4"> <span style="background-color: #EFECF5"> Assoalho pélvico na gestação, parto e puerpério<br> </span> </font> <font face="Arial" size="2"> <font color="#6875B8"> <br> Eliana Albiero Vaz - Fisioterapeuta da CLÍNICA FGO <br> &nbsp;</font></font></b></p><b><table border="0" width="99%" id="table1"><tr><td><p align="center"><img border="0" src="http://www.clinicafgo.com.br/blog/2009/kegel.jpg" width="377" height="177"></td><td valign="bottom"><font face="Arial" size="2"><br><br>Os adeptos do Taoísmo, na China antiga, preconizavam os exercícios do assoalho pélvico para alcançar longevidade, promover saúde e incrementar a espiritualidade.<br>Arnold Kegel, médico ginecologista, por volta de 1948, prescrevia o fortalecimento desses músculos para o tratamento da incontinência urinária.<br>Apesar de serem escassas as investigações sistematizadas sobre o tema, há indícios de que o treinamento da musculatura do assoalho pélvico possa prevenir a incontinência urinária, tanto feminina, quanto masculina.&nbsp; </font></td></tr></table></b><p align="justify"> <font face="Arial" size="2"> Além disso, os exercícios são usados no tratamento do prolapso vaginal e na prevenção do prolapso uterino.<br>Os exercícios de Kegel, como são chamados, têm sido uma ferramenta importantíssima na Fisioterapia aplicada à Saúde da Mulher.<br>Na gestação, devido a fatores como as mudanças hormonais, o aumento do peso e a distensão abdominal, ocorre redução na performance dessa musculatura, assim como no restante do corpo. Espera-se que um assoalho pélvico forte e elástico evite traumas perineais, diminua o tempo de expulsão no parto normal e previna a incontinência urinária nas fases gestacional e puerperal.<br>Assim sendo, tanto gestantes, quanto puérperas não se arrependerão por terem incluído esses exercícios em sua rotina diária de atividade física.<br>&nbsp;</font></p></p>]]></description>
<category domain="http://www.clinicafgo.com.br/blog">Geral</category>
<author>administrador@clinicafgo.com.br (Equipe Clínica FGO)</author>
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<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 15:00:00 -0300300</pubDate>
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<title>Menina é curada de câncer com células-tronco de cordão umbilical</title>
<link>http://www.clinicafgo.com.br/posts/2011/11/menina-e-curada-de-cancer-com-celulas-tronco-de-cordao-umbilical</link>
<description><![CDATA[<p><p align="justify"> <b> <font face="Arial" size="4"> <span style="background-color: #EFECF5"> Menina é curada de câncer com células-tronco de cordão umbilical<br> </span> </font> <font face="Arial" size="2"> <br> <font color="#6875B8"> <br> <b>Dr. Carlos Alexandre Ayoub – CRM 19202</b> - <i>Diretor Clínico do CCB-Centro de Criogenia Brasil</i> <br> </font> <br> <br> </font> </b> <font face="Arial" size="2"> Uma menina chamada Alba, da cidade de San Fernando (Cádiz, Espanha), tornou-se o primeiro caso a superar com êxito um câncer de cérebro após ser tratada com células-mãe (estaminais ou células-tronco) do próprio cordão umbilical do paciente, conforme informou a companhia Crio-cord, um dos bancos de conservação de células-mãe autorizados na Espanha.<br>A menina, que nasceu sã em 2007, recebeu aos dois anos de idade um diagnóstico de meduloblastoma - um câncer de cérebro pouco frequente. Por isso, após a retirada da maior parte do tumor e vários ciclos de quimioterapia, a paciente foi submetida ao transplante de células-tronco do sangue do seu próprio cordão umbilical.<br>A intervenção, divulgada recentemente, foi desenvolvida em 2009 pelo serviço de Oncohematología do Hospital Universitário Menino Jesus de Madri, dirigido pelo doutor Luis Madero. Alba, atualmente com quatro anos leva uma vida normal.<br>A medida foi tomada após o tratamento com a quimioterapia, que destruiu não só o tumor maligno mas também o sistema sanguíneo da menina. Desta forma, procedeu-se ao transplante das células tronco do seu cordão umbilical, que previamente haviam sido solicitadas pelo Hospital Menino Jesus de Madri pela Crio-cord, que as trouxe das instalações da Bélgica e Holanda.<br>Depois do transplante, as células-mãe migraram à medula óssea, onde se multiplicaram e começaram a gerar glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e plaquetas, iniciando assim a regeneração de seu sistema sanguíneo.<br>Revisões periódicas - Sessenta dias após o primeiro transplante, foram colocadas novas células-mãe - desta vez provenientes de seu sangue periférico -, para acelerar o implante plaquetário. Após 14 meses do transplante, o sistema sanguíneo de Alba estava completamente reconstruído. Sua saúde é acompanhada em revisões periódicas.<br>Doutor Madero destacou, que se trata de um caso único na Espanha. &quot;A utilização de células tronco para a regeneração do sistema sanguíneo é um tratamento estendido neste tipo de câncer&quot;, explicou. O médico afirmou que o fato torna &quot;único&quot; o caso de Alba &quot;já que pela primeira vez em nosso país as células-mãe provinham do seu próprio cordão umbilical, conservado ao nascer&quot;.<br>&quot;Nos últimos anos, os transplantes de células mãe do sangue do cordão umbilical experimentaram um crescimento muito importante. Concretamente para o caso de irmãos, estas células-mãe são a melhor opção terapêutica que existe&quot;, acrescentou.<br>&quot;Nosso melhor investimento&quot; - Os pais de Alba, Santiago, que é engenheiro informático, e Teresa, professora de Literatura, foram unânimes ao afirmar que a conservação das células-tronco do sangue do cordão umbilical de Alba foi &quot;seu melhor investimento&quot;.<br>&quot;Tudo se originou como resultado de meu interesse pelos programas de divulgação científica, já que tinha visto uma reportagem sobre o tratamento com células-mãe para o Parkinson e meu pai, naquela época, tinha Alzheimer e estava sensibilizado sobre o uso de células mãe para as enfermidades degenerativas&quot;, explicou Santiago.<br>&quot;Conservar o cordão umbilical é uma aposta pelo futuro, um seguro de vida que não se sabe se será necessário em algum momento, mas que pode salvar uma vida&quot;, afirmou sua mãe, Teresa Molina, que assegura que viu sua filha nascer duas vezes.<br>Satisfação na Crio-cord - Por sua parte, o diretor geral da Crio-cord, Guillermo Muñoz, também mostrou sua satisfação pelo êxito do processo. &quot;Na Crio-cord estamos orgulhosos de ter participado do processo de cura de Alba, ademais de que este tipo de notícias confirme que o sangue de cordão umbilical é uma excelente fonte de células mãe, que, ao ser as mais jovens do corpo humano, têm um maior potencial de cura&quot;, explicou.<br>De fato, os últimos estudos &quot;confirmam o incremento exponencial do uso destas células-mãe em todo o mundo, assim como os resultados obtidos com o sangue do cordão umbilical são excelentes em múltiplas enfermidades, como leucemias, linfomas e falhas congênitas da medula óssea&quot;. <br>Comentário CCB:<br>Apesar de toda pressão dos cientístas, na Europa também existem bancos de coleta de células-tronco do sangue do cordão umbilical de caráter particular, mesmo contando com serviço público de boa qualidade, e isto foi o fator determinante para a cura da menina Alba.<br>&nbsp;</font></p></p>]]></description>
<category domain="http://www.clinicafgo.com.br/blog">Geral</category>
<author>administrador@clinicafgo.com.br (Equipe Clínica FGO)</author>
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<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 16:03:00 -0300300</pubDate>
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<title>Orientação geral para as primeiras semanas de vida</title>
<link>http://www.clinicafgo.com.br/posts/2011/10/orientacao-geral-para-as-primeiras-semanas-de-vida</link>
<description><![CDATA[<p><p align="justify"><b><font face="Arial" size="4"><span style="background-color: #EFECF5"> Orientação geral para as primeiras semanas de vida<br></span></font><font face="Arial" size="2"><br><font color="#6875B8"><br><b>Dr. Flávio Adolfo Costa Vaz</b> - <i>Professor de Pediatria Faculdade de Medicina U.S.P.</i><br></font><br><br></font></b><font face="Arial" size="2"><b>Alimentação :<br></b>Sempre o leite materno. Oferecer sempre os dois seios em cada mamada,durante o tempo de 10 a 15 minutos cada seio;trocar sempre o primeiro seio a ser oferecido.<br>Horário: como sugestão, 3, 6, 9 12, 15, 18, 21 e 24 horas, em média, no primeiro mês; a seguir, poderá ser 6,9,12,15,19 e 23 horas.<br>Tolerância: mais ou menos trinta minutos.<br><br><b>Posição :<br></b>A criança não deverá ser amamentada deitada(perigo de aspirar leite) e nem mamar dormindo(mesmo risco).Se a criança não acordar para mamar,estimulá-la com leves toques de dedos nas bochechas ou despindo-a parcialmente(fazer a criança sentir um pouco de frio).<br><br><b>Temperatura Ambiental:<br></b>No frio : agasalhar a criança sem exagero;<br>No calor :não usar roupas de lã (a criança sente calor como nós;somente que ela reclama chorando);o excesso de agasalho leva freqüentemente à irritação da pele.<br><br><b>Água : <br></b>Poderá ser oferecida, filtrada,fervida, esfriada e aerificada, nos intervalos das mamadas se a criança estiver acordada e principalmente,se estiver fazendo muito calor.<br><br>Troca de Fraldas e Linpeza dos Genitais e Períneo:<br>Limpar o períneo e os genitais com água previamente fervida(se tiver apenas urinado) e esfriada e sabão neutro (tamponado,ou seja, pH semelhante ao da pele) glicerinado,se estiver evacuado; neste caso,a água e o sabonete poderão ser substituídos por uma bola de algodão embebido num sabonete líquido antisséptico evanescente.<br><br><b>Assaduras:<br></b>Se depois da higienização períneo-genital a mãe perceber a ocorrência de assadura(área avermelhada e/ou com pápulas ou vesículas,consulte seu Pediatra que provavelmente recomendará um creme ou pomada protetora,terapêutica,cicatrizante.</font></p><b><table border="0" width="99%" id="table1"><tr><td><p align="center"><font size="2" face="Arial"><img border="0" src="http://www.clinicafgo.com.br/blog/2009/mamae_e_bebe.JPG" width="179" height="130"></font></td><td><font face="Arial" size="2"><br><br><b>Banho:</b><br>No primeiro mês de vida da criança, a água do banho deverá ser fervida(e depois esfriada);deverá ser usado sabonete neutro(tamponado) glicerinado e no horário de mais calor do dia.É importante segurar a criança com firmeza e não expo-la à corrente de ar(o “choque térmico” não faz bem ,podendo resfria-la ou mesmo provocar soluços.<br>&nbsp;</font></td></tr></table><p><font face="Arial" size="2"><br></font></b><font face="Arial" size="2"><b>Curativo do Coto Umbilical e da Cicatriz:<br></b>Deverá ser feito de preferência depois do banho,pela Enfermeira ou mesmo pela Mãe; usar cotonete embebido em álcool a 70° , até ao 28 ° dia de vkida,liompando bem a base de implantação do coto umbilical e a cicatria(depois da queda do referido coto umbilical).<br><br><b>Cólicas:<br></b>Costumam ocorrer até aos dois, tres meses de vida e são normais(fisiológicas) e comuns;conseqüentemente,dispensam tratamentos.Se persistirem ou se apresentarem com bastante intensidade e freqüência,consulte o seu Pediatra.<br><br><b>Regurgitações e Vômitos :<br></b>Poderão ocorrer após ou mesmo durante as mamadas : isto se deve à deglutição de ar quando cessa a sucção e,sem largar o seio(ou mesmo a mamadeira) ele respira.: entrará o ar nos pulmões via traquéia e também um pouco no estômago,via esôfago. À propósito ,o refluxo gastroesofágico é uma afecção e,portanto,precisa ser bem diagnosticado e não confundido com as regurgitações e vômitos comuns do recém-nato,.Se a sintomatologia for exuberante ou persistir além do 2° ou 3° mês,consulte seu Pediatra.<br><br><b>Crescimento do Peitinho do Recém-Nascido:<br></b>O recém-nascido poderá apresentar aumento do volume dos peitinhos por influência dos hormônios maternos; isto é normal e não deverá mexido ou espremido pois logo voltarão ao tamanho comum.<br><br><b>Outros Conselhos:<br></b>Não desinfetar os seios com álcool ou qualquer outro anti-séptico; bastará,tão somente lavá-los com água fervida e sabonete neutro(tamponado).<br>Não tentar dar mamadeiras antes de procurar o seu Pediatra (o leite materno nunca é fraco; poderá ser produzido em quantidade menor do que a necessidade da criança)<br>A Consulta com o seu Pediatra ,deverá ocorrer a partir do 7° dia de vida da criança.<br></font></p>]]></description>
<category domain="http://www.clinicafgo.com.br/blog">Geral</category>
<author>administrador@clinicafgo.com.br (Equipe Clínica FGO)</author>
<guid isPermaLink="true">http://www.clinicafgo.com.br/posts/2011/10/orientacao-geral-para-as-primeiras-semanas-de-vida</guid>
<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 16:15:00 -0300300</pubDate>
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<title>Tratamento de Fertilização In Vitro Acessível </title>
<link>http://www.clinicafgo.com.br/posts/2011/09/tratamento-de-fertilizacao-in-vitro-acessivel</link>
<description><![CDATA[<p><p align="justify"><b><font face="Arial" size="4"><span style="background-color: #EFECF5"> Tratamento de Fertilização In Vitro Acessível <br></span></font></b><br><font face="Arial" size="2">O tratamento de <i>FIV-ICSI</i> ou <i>fertilização in vitro</i> com injeção intra-citoplasmática de espermatozóides tem um custo que varia de 9 a 20 mil reais, dependendo da complexidade do caso e da clínica pesquisada e mais um valor de 4 a 6 mil reais de medicamentos. (TOTAL de 13 a 26 mil reais). Também sabemos que só na cidade de São Paulo, mais de 200 mil casais necessitam esse tratamento a cada ano. Entretanto, contando todos os ciclos de FIV realizados na cidade de São Paulo atualmente, não chegamos a 15 mil ciclos por ano. Há uma grande parte da população que não consegue fazer o tratamento. Há vários motivos, sendo os dois principais:<br><br><b>1 - não sabe que o tratamento existe<br>2 - não há condições financeiras de realizá-lo</b><br><br>Sabemos que esses tratamentos não são cobertos nem  por planos de saúde nem pelo SUS. Você já ouviu falar em tratamento de FIV acessível?<br>Compartilhe suas idéias sobre esse assunto com a gente!!!</font></p></p>]]></description>
<category domain="http://www.clinicafgo.com.br/blog">Geral</category>
<author>administrador@clinicafgo.com.br (Dr. Flávio Garcia de Oliveira)</author>
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<pubDate>Thu, 08 Sep 2011 22:21:00 -0300300</pubDate>
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<title>Teste de triagem genética auxilia mães com idade avançada</title>
<link>http://www.clinicafgo.com.br/posts/2010/12/teste-de-triagem-genetica-auxilia-maes-com-idade-avancada</link>
<description><![CDATA[<p><p align="justify"><b><font face="Arial" size="4"><span style="background-color: #EFECF5">&nbsp;Teste de triagem genética auxilia mães com idade avançada&nbsp;<br></span></font></b><br><font face="Arial" size="2">Cada dia mais utilizado, o diagnóstico genético pré-implantacional (PGD) vem oferecendo uma nova esperança para as mulheres mais velhas que tentam engravidar através de fertilização in vitro.<br>De acordo com nota publicada no <b>ASRM (Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva)</b>, o procedimento, oferecido por três clínicas de fertilidade do Colorado, examina as células de embriões de cinco dias para determinar quais são mais prováveis de se tornarem embriões saudáveis.<br><br>Especialistas em fertilidade dizem que o novo teste, que avalia um número maior de cromossomos do que outras técnicas, é significativamente mais promissor para as mulheres com idade avançada. Segundo a pesquisa, a técnica é mais segura, pois os embriões seriam analisados no dia 5 ao invés do dia 3, como vem acontecendo desde o início da utilização da técnica, em 1990. A triagem, conhecida como hibridização genômica comparativa, não garante a gravidez, mas os médicos estão confiantes por seus primeiros sucessos.<br><br>Surgem então algumas especulações em relação ao procedimento, pois com o embrião mais desenvolvido, seria possível obter informações mais detalhadas não só sobre as doenças, como também sobre características físicas, abrindo as portas para as questões éticas.<br>Segundo Edward McCabe, geneticista da <b>Linda Crnic Instituto de Síndrome de Down da Universidade do Colorado</b>, um embrião de três dias tem apenas oito células, e estas podem evoluir para qualquer tipo de célula do embrião ou placenta. Não se sabe ainda se a retirada de uma dessas células poderia danificar o embrião. Já no embrião de cinco dias, as células se multiplicam drasticamente - para entre 50 e 100.<br><br>Sendo assim, poderia ser feito o screening dessas células e analisar todos os 23 pares de cromossomos, procurando anomalias, algumas das quais podem resultar em falhas de implantação ou aborto. Em um embrião do dia 5 poderiam ser analisadas 6 células, o que daria uma informação bem mais clara e precisa que em um embrião do dia 3.<br><br>Segundo McCabe, com a técnica, poderia ser afirmado para o casal qual embrião é normal e do sexo feminino, qual é normal do sexo masculino e qual é portador de alguma síndrome. O procedimento esteve entre os temas discutidos na conferência da <b>Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva</b>.<br>Embora o teste tenha um custo elevado, diversos pacientes que tiveram abortos espontâneos e problemas de concepção estão dispostos a pagar por um teste que pode significar a diferença entre outro aborto e uma chance de finalmente ter seu bebê. Porém, deve também ser levado em conta que pode ser que nenhum dos embriões seja viável.</font></p></p>]]></description>
<category domain="http://www.clinicafgo.com.br/blog">Geral</category>
<author>administrador@clinicafgo.com.br (Dr. Flávio Garcia de Oliveira)</author>
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<pubDate>Fri, 17 Dec 2010 10:49:00 -0300300</pubDate>
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<title>Infertilidade e seleção natural</title>
<link>http://www.clinicafgo.com.br/posts/2010/12/infertilidade-e-selecao-natural</link>
<description><![CDATA[<p><p align="justify"><b><font face="Arial" size="4"><span style="background-color: #EFECF5"> Infertilidade e seleção natural <br></span></font></b><br><font face="Arial" size="2">As técnicas de Reprodução Assistida são utilizadas para auxiliar os casais que sofrem de algum tipo de infertilidade. Porém, uma vez que a infertilidade é um tipo de seleção natural para prevenir a geração de bebês com doenças genéticas, a utilização destas técnicas pode ser um risco aumentado para a transmissão de algumas doenças genéticas que estariam bloqueadas pela infertilidade.<br>Para diminuir as chances de desenvolver um embrião portando algum tipo de síndrome, é possível contar com a ajuda de ferramentas como o PGD (diagnóstico genético pré-implantacional), que é uma forma precoce de diagnóstico pré-natal que se destina a prevenção de doenças genéticas através da seleção de embriões. Atualmente, embora seja um número ainda pequeno, já é possível detectar cerca de 130 doenças genéticas a partir da análise de 9 cromossomos, incluindo os sexuais X e Y.<br><br>As principais indicações do PGD são os casos de portadores de desordens genéticas e anomalias cromossômicas, mulheres com idade avançada, casais com repetidas falhas de implantação em ciclos de FIV e casais com abortamentos repetidos. A utilização do PGD procura detectar as moléstias contraídas geneticamente para evitar o aborto após a implantação no útero da mulher.<br><br>No Brasil não há legislação a respeito. Entretanto, o parecer do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo n° 95.108/2003, em virtude de consulta, não proíbe o procedimento.</font></p><p align="justify"><font face="Arial" size="2">Com a finalidade de seleção, técnicas como o PGD podem gerar grandes discussões, pois podem ser encaradas como eugenia. Ou seja, escolha dos melhores. A seleção sexual deliberada é proibida. A escolha do sexo realizada através dos cromossomos X e Y pode ser utilizada somente para seleção de embriões que podem ter doenças específicas de determinado sexo, como é o caso da <b>hemofilia</b> que é uma dificuldade no processo de coagulação sanguínea que atinge mais indivíduos do sexo masculino; e da <b>Síndrome de Turner</b>, que atinge somente as mulheres e tem como principal característica o infantilismo sexual e não desenvolvimento das capacidades reprodutivas.</font></p></p>]]></description>
<category domain="http://www.clinicafgo.com.br/blog">Geral</category>
<author>administrador@clinicafgo.com.br (Dr. Flávio Garcia de Oliveira)</author>
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<pubDate>Wed, 15 Dec 2010 13:15:00 -0300300</pubDate>
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<title>A Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP)</title>
<link>http://www.clinicafgo.com.br/posts/2010/04/a-sindrome-dos-ovarios-policisticos-sop</link>
<description><![CDATA[<p><b><font face="Arial" size="4"><span style="background-color: #EFECF5">&nbsp;SOP - A Síndrome dos Ovários Policísticos&nbsp;</span></font></b><br><font face="Arial" size="2">SOP é um distúrbio hormonal bastante comum nas mulheres. É uma das principais causas de infertilidade. Além do mais, é uma das doenças mais sub diagnosticadas nos Estados Unidos e no Brasil. <br><BR>Quais são os sintomas?  Qual é o tratamento? <br><BR>A SOP é caracterizada por vários sinais e sintomas aparentemente não relacionados. </br><br>São eles:<br>1. Menstruações irregulares ou ausentes <br>2. Falta de ovulação<br>3. Ganho de peso<br>4. Acne<br>5. Excesso de pêlos faciais<br>6. Infertilidade<br>7. Alterações hormonais – aumento dos androgênios (hormônios masculinos) e alterações da insulina.<br><br> Ainda mais grave é que as mulheres com SOP podem ter maior risco de desenvolver doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e câncer de endométrio, especialmente se a SOP é deixada sem tratamento. </br><br>É surpreendente que a maioria das mulheres com SOP não sabe a doença que tem. Em apenas 25% dos casos há um diagnóstico correto. Muitas vezes as pacientes só têm esse diagnóstico feito quando enfrentam a dificuldade de engravidar.</br><br><b>Como é feito o diagnóstico?</b></br>Além dos sinais e sintomas acima descritos, o diagnóstico de SOP é feito mediante dosagens hormonais no sangue (LH – hormônio luteinizante, FSH – hormônio foliculoestimulante, Testosterona, DHEA-S (<i>sulfato de dehiepiandorsterona</i>) e Insulina. <br>É preciso dizer todos os sinais e sintomas ao médico, mesmo que você ache que eles não estão relacionados. Um exame de ultrasom transvaginal também deve ser feito para avaliar os ovários, que são característicos nessa doença.</br><br><b>Essa doença tem cura?</b></br>Não há cura para a SOP. Entretanto, ela pode ser muito bem conduzida com alguns tratamentos. <br><br><b>Quais são os tipos de tratamento?</b></br>Há vários tipos de tratamento que podem aliviar os sintomas e resolver inclusive a infertilidade. O tratamento mais comum é aquele em que os médicos utilizam os indutores da ovulação, especialmente nos casos em que as pacientes desejam engravidar. Há outros tipos de medicação que controlam a produção de insulina e o metabolismo do açúcar. Essas são utilizadas, em geral, nos casos de pacientes com excesso de peso. Os medicamentos sensibilizadores da insulina, isoladamente ou em conjunto com o citrato de clomifeno e outros indutores da ovulação injetáveis (gonadotrofinas) resolvem com grande freqüência o problema da falta de ovulação, permitindo que muitas pacientes com SOP engravidem.<br> É curioso que algumas pacientes com SOP engravidam sem qualquer tratamento. Entretanto, a maioria delas requer algum tipo de terapêutica para engravidar. Das que precisam se tratar, metade vai necessitar um tratamento de mais alta complexidade como a FIV (fertilização in vitro).<br>Na verdade, a chave do sucesso no tratamento da SOP é a aquisição contínua de novos conhecimentos. Cada vez mais e mais pesquisas são realizadas e novas descobertas vão se adicionando ao repertório de conhecimento dos médicos e dos próprios pacientes acometidos. Em breve a cura estará definida. Enquanto isso não acontece, não desista de tentar engravidar. Continue seu tratamento e confie nas orientações de seu médico.</font></p>]]></description>
<category domain="http://www.clinicafgo.com.br/blog">Geral</category>
<author>administrador@clinicafgo.com.br (Dr. Flávio Garcia de Oliveira)</author>
<guid isPermaLink="true">http://www.clinicafgo.com.br/posts/2010/04/a-sindrome-dos-ovarios-policisticos-sop</guid>
<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 22:13:00 -0300300</pubDate>
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<title>INFERTILIDADE - MITOS E VERDADES</title>
<link>http://www.clinicafgo.com.br/posts/2009/11/infertilidade-mitos-e-verdades</link>
<description><![CDATA[<p><BR>Comente nossos posts. Conte a sua história.<br><br><br><b><font face="Arial" size="4"><span style="background-color: #F5DFDD"> INFERTILIDADE - MITOS E VERDADES.</span></font></b><br><BR><font face="Arial" size="2">Muitos casais escutam falar sobre várias formas mágicas para engravidar. Outras vezes ouvem sobre medicamentos e métodos infalíveis e outras maneiras de lidar com a infertilidade.<br><BR>Quais são Mitos? <br><BR>Quais são Verdades? <br><BR><br><font face="Arial" size="2"> <b>Mito:</b> Todo mundo parece engravidar só de passar perto da “cueca” do marido.  <BR><BR>  <b>Verdade:</b> Há pessoas com grande facilidade de engravidar. Outras não conseguem seu intento antes de 2 a 3 anos. A taxa de fertilidade entre os casais férteis varia de 17 a 23% por tentativa, por mês. Com essa taxa, tentando pelo menos 3 a 4 vezes no mês, sendo uma delas no período fértil (10º ao 18º dia do ciclo), 85% dos casais cuja mulher tem menos de 35 anos engravidam em 1 ano de tentativa e 93% deles  engravidam em 2 anos. Mesmo assim, 15 a 20% dos casais não conseguem engravidar. Mais de 10 milhões de pessoas em idade fértil sofrem de infertilidade no Brasil. Quando você procurar apoio, vai perceber que não está sozinho(a). <br>Junte-se a nós, no Blog da Fertilidade, onde você pode ter apoio, orientação ou conversar com outras pessoas que estão lutando para construir uma família.</br> Entendemos que o sofrimento do casal sem filhos é uma doença e o mais importante - tem cura.</br></font><BR><br></font></p></html></p>]]></description>
<category domain="http://www.clinicafgo.com.br/blog">Geral</category>
<author>administrador@clinicafgo.com.br (Dr. Flávio Garcia de Oliveira)</author>
<guid isPermaLink="true">http://www.clinicafgo.com.br/posts/2009/11/infertilidade-mitos-e-verdades</guid>
<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 11:52:00 -0300300</pubDate>
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<title>INFERTILIDADE - MITOS E VERDADES</title>
<link>http://www.clinicafgo.com.br/posts/2009/10/infertilidade-mitos-e-verdades</link>
<description><![CDATA[<p><br><b><font face="Arial" size="4"><span style="background-color: #F5DFDD"> INFERTILIDADE - MITOS E VERDADES.</span></font></b><br><font face="Arial" size="2">Muitos casais escutam falar sobre várias formas mágicas para engravidar. Outras vezes ouvem sobre medicamentos e métodos infalíveis e outras maneiras de lidar com a infertilidade.<br>Quais são Mitos? <br>Quais são Verdades? <br><b>Comente nossos posts. Conte a sua história.</b> <br><br><font face="Arial" size="2"> <b>Mito:</b> A Infertilidade é problema das mulheres. <BR><BR>  <b>Verdade:</b> A infertilidade é um problema feminino em 35% dos casos, um problema masculino em outros 35% dos casos, um problema do casal em 20% dos casos, e há problemas inexplicáveis em 10% dos casos. É essencial que tanto o homem quanto a mulher sejam avaliados durante uma investigação de infertilidade.<BR> Não há "culpados" na infertilidade!! O casal precisa estar unido nessa luta!! É preciso formar um "time" com os especialistas para enfrentá-la!! <BR<BR></font><BR><br><BR></font></p><BR><br></font></p></p>]]></description>
<category domain="http://www.clinicafgo.com.br/blog">Geral</category>
<author>administrador@clinicafgo.com.br (Dr. Flávio Garcia de Oliveira)</author>
<guid isPermaLink="true">http://www.clinicafgo.com.br/posts/2009/10/infertilidade-mitos-e-verdades</guid>
<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 14:05:00 -0300300</pubDate>
<comments>http://www.clinicafgo.com.br/posts/2009/10/infertilidade-mitos-e-verdades</comments>
</item>

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<title>A Família e a Infertilidade: como lidar com as perguntas e com a pressão para engravidar</title>
<link>http://www.clinicafgo.com.br/posts/2009/08/a-familia-e-a-infertilidade-como-lidar-com-as-perguntas-e-com-a-pressao-para-engravidar</link>
<description><![CDATA[<p><b><font face="Arial" size="4"><span style="background-color: #F5DFDD">A Família e a Infertilidade: como lidar com as perguntas e com a pressão para engravidar.</span></font></b><br><br><font face="Arial" size="2"> Como a dinâmica familiar pode impactar a infertilidade? Como podemos ajudar a família a lidar com as questões de infertilidade?<BR><BB>A infertilidade é amplamente reconhecida como uma crise para os casais afetados, embora não seja assim visualizada pelos familiares e amigos. No entanto, a ausência de filhos é uma crise que pode provocar tensão no ambiente familiar, ao modificar as comunicações e interações entre os indivíduos. Estamos lidando com “perdas invisíveis”, como abortos, tratamentos médicos inacessíveis e que não deram certo ou adoções que deram errado. São questões que podem ser encaradas de uma forma equivocada por cada um dos membros da família que circunda o casal infértil. <BR>Questões de família, invejas e ressentimentos podem “ressurgir das cinzas”.<bold> Dificuldades de outros familiares como a doença dos pais ou a gravidez de um irmão, podem ter prioridade sobre as dificuldades de engravidar, fazendo com que o casal infértil sinta-se isolado e desamparado. A falta de reconhecimento das “perdas” associadas à infertilidade pode comprometer as interações familiares, especialmente se os membros da família deixam transparecer reações negativas como a culpa, a negação ou a fuga. No entanto, a experiência familiar da infertilidade tem potencial para ensinar e aprender o que há de melhor no relacionamento familiar, promovendo o crescimento e o bem-estar de todos os membros.  <BR>Dicas para os familiares lidarem com o casal infértil: 1 – reconheça a infertilidade como crise; 2 - seja sensível ao estresse emocional do casal;  3 – pergunte  ao casal como você pode ajudar;  4 – realce a importância do casal para a família; 5 - sempre mantenha as linhas de comunicação abertas;  6 - respeite o limite de privacidade do casal.<BR>Dicas para os casais inférteis lidarem com os familiares: 1 - reconheça que pais e irmãos, com freqüência, não sabem reconhecer o que é infertilidade e quais são seus custos emocionais; 2 - seja sensível aos pais, pois eles podem sentir culpa pela sua infertilidade; 3 - não deixe de participar e dar apoio aos membros de sua família, apesar de sua crise; 4 – mantenha as linhas de comunicação abertas, principalmente com os entes que realmente te ajudam nos momentos mais difíceis; 5 – informe seus limites aos seus familiares; 6 – se sua família não te oferece apoio, procure os amigos que possam fazê-lo. Vocês bem sabem que família não se escolhe, mas amigos sim – nós os escolhemos. </font><br></font></p></p>]]></description>
<category domain="http://www.clinicafgo.com.br/blog">Geral</category>
<author>administrador@clinicafgo.com.br (Dr. Flávio Garcia de Oliveira)</author>
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<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 15:45:00 -0300300</pubDate>
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